Não, o TED não é um personagem de desenho animado e nem um ursinho de pelúcia. O TED é uma organização/evento nasceu em 1984 com o objetivo de divulgar ideias sem lucrar nada e a forma encontrada para isso foram os “talks”, ou palestras. No início os temas eram focados em três nichos: entretenimento, tecnologias e design. Atualmente eles abordam quase todos os assuntos e possuem apresentações em mais de 100 idiomas.

Por aqui eu tenho um app que controla meus hábitos e nele eu cadastrei o item: “assistir um TED”. Assim eu marco todos os dias em que eu assisti ao menos uma apresentação. E o bom disso é que sempre são assuntos incríveis, com pontos de vista interessantes e eu acabo sempre aprendendo alguma coisa nova ou tendo alguma ideia para aplicar no trabalho, no home office, etc.

Os TED Talks tem sido uma boa opção para incluir conteúdo de qualidade no final de cada dia de quarentena. Os vídeos podem ser acessados através dos apps para Android ou IOS, pelo YouTube do TED ou pelo site oficial do TED.

E não se assuste se você não domina o inglês, muitas palestras oferecem legendas em português, o que ajuda bastante em palestras mais técnicas ou quando o palestrante fala rápido demais. No YouTube existem canais secundários do TED, separados em categorias específicas, como por exemplo: o TED-Ed (vídeos educativos com animações) e o TEDxYouth (palestrantes mais novos e assuntos mais específicos para os jovens).

Vou deixar aqui três apresentações que eu assisti recentemente e que dão um gostinho do que você poderá encontrar por lá. Aproveite estes dias de quarentena do COVID-19 e veja alguns talks. Quem sabe você descobrirá uma nova fonte de conhecimento para o seu dia a dia. Ah, as legendas em português podem ser ativadas através de um ícone que fica na parte inferior direita de cada um dos vídeos.

TED do Matt Mullenweg – CEO da Autommatic – Trabalhar a partir de casa é bom para as empresas

Rahaf Harfoush – Antropologista digital – Como o esgotamento nos torna menos criativos

Erin Sullivan – fotógrafa e escritora – Fotografar um momento rouba a nossa experiência?